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Segunda Setembro 06 , 2010

A recuperação de crédito no país

 Estudo da SysOpen mostra que fatores como profissionais qualificados e tecnologia aliada a planejamento podem gerar até 92% de sucesso nas ações de cobrança. Empresas precisam aperfeiçoar processos de mensuração.
 
Para entender como foi a evolução do mercado de crédito e cobrança ao longo dos últimos 10 anos e quais foram os fatores decisivos para a expansão do segmento, que conta atualmente com 1.800 empresas e fatura R$ 8,64 bilhões anuais (dados da Aserc – Associação Nacional das Empresas de Recuperação de Crédito), a SysOpen, empresa de tecnologia especializada em sistemas para recuperação de crédito, divulga análise setorial, baseada em seus 15 anos de experiência. O objetivo foi observar as melhorias realizadas, carências e tendências do mercado brasileiro.

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A Copa no nosso planejamento

 Se sua empresa pode se aproveitar da realização da Copa do Mundo de 2014 no Brasil, como está o planejamento dela para isso? Se ainda não o tem, o melhor é começar a produzi-lo agora; e se o tem, é bom coloca-lo em prática já. Assim que terminar o Mundial da África do Sul, em 11 de julho, no dia seguinte este megaevento esportivo terá todas as atenções voltadas ao nosso País. E o ideal é estar pelo menos pronto para tomar algumas decisões importantes em seus negócios a partir de propostas pré-definidas.
 
Planejar não é uma atividade simplória. Ele requer tempo e experiência para, assim, elaborar um plano de estratégias de longo prazo, eficiente e ao mesmo tempo flexível às intempéries externas e internas. Por esses casos, faz-se até necessária a contratação de empresas especializadas para tirar melhor proveito das propostas a serem conduzidas.

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Empresas podem enfrentar “apagão” intelectual

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Segundo levantamentos do Ministério de Trabalho e Emprego, a força de trabalho brasileira tem um índice de qualificação de apenas 16%, contra 30% em países como Chile, Argentina e México. No entanto, segundo José Augusto Minarelli, Presidente da Lens & Minarelli, empresa especializada no segmento de Outplacement de executivos e aconselhamento de carreira, o que pode estar mais perto de acontecer é um “apagão” intelectual nas empresas, em função da “juniorização” das equipes de trabalho.

“Um estudo da FIPE sobre desemprego no Brasil desde os anos 90 vai mostrar que cresce de modo estrutural o desemprego de profissionais entre 49 e 70 anos, o que é uma clara indicação de que as empresas, de modo geral, promovem a substituição de profissionais mais experientes por outros menos experientes visando, essencialmente, redução de custos com folha de pagamento.

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Entre a empresa e o cliente, o rádio - Heródoto Barbeiro

AO FUNDO, é possível ouvir a música-tema do filme “Batman”. Longe dali, em uma das lojas da rede Carrefour, um cliente percebe uma diferença entre o valor da etiqueta e o daquele cobrado na boca do caixa. Acionado, o gerente troca as etiquetas da estante por outras com o preço mais caro. O consumidor fotografa o momento e envia para a batcaverna, quer dizer, um dos estúdios da rádio CBN, onde a história chega às mãos de HERÓDOTO BARBEIRO.

É lá que o jornalista narra a saga do cliente para milhares de ouvintes. Formado em direito e história, Heródoto trabalhou durante anos como professor ensinando futuros jornalistas na Universidade de São Paulo. Aos 40 anos, migrou novamente para o fundo da sala e reaprendeu a ser aluno.

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Os efeitos das redes sociais nas interações com o consumidor

É possível encontrar exemplos de empresas que obtiveram ótimos resultados com seu uso, como a Dell ou a brasileira Tecnisa. Por outro lado, também são comuns casos em que as redes sociais prejudicaram a reputação de uma empresa como a Locaweb, que recentemente demitiu seu diretor comercial devido a comentários inapropriados sobre futebol no seu Twitter pessoal.

Um ponto que precisa ficar muito claro é que, na prática, as redes sociais não revolucionaram a forma que as pessoas se comunicam, apenas aumentaram a velocidade e o alcance das informações. Com isso em mente, a tecnologia em si torna-se secundária. Para aproveitar bem o poder das redes sociais, o que importa é entender como as pessoas se comunicam.

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