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Rede Social é essencial para melhorar comunicação no trabalho

A "rede social corporativa" deve ser vista como uma ferramenta para conectar pessoas de uma mesma organização, associadas umas às outras por interesses, valores e objetivos comuns, buscando compartilhamento de informações. Intranet, grupo de e-mails, blogs e wikis são as mais utilizadas, além de fóruns de discussão e microblogs próprios.

A adoção deste tipo de ferramentas de rede traz enormes benefícios para as empresas. O principal deles é facilitar a conversa entre as pessoas.

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A chave para inovação

Há alguns bilhões de anos uma sopa química deu origem a vida em nosso planeta. Antigas formas de vida foram ficando mais e mais sofisticadas por meio de três simples mecanismos (mutação, cruzamento e seleção), fantasticamente explicados por Darwin, em 1859. Alguns organismos começaram a desenvolver estruturas neurais, capacidade de se comunicar e de criar ferramentas. Desenvolvemos a capacidade do design, de criar o novo, também criamos a arte, a ciência e a tecnologia, com a qual dominamos todas as outras formas de vida. Com a capacidade de criar aceleramos ainda mais o processo e ganhamos escala.
 
Mudamos tudo a nossa volta e criamos um modelo de vida além do que os recursos do planeta seriam capazes de sustentar. Alguém poderia dizer: “é porque somos muitos!”, mas será que é por isto mesmo? Se compararmos a biomassa humana com a biomassa das formigas, por exemplo, as formigas pesam de três a quatro vezes mais que nós. Seria o equivalente a ter 30 bilhões de pessoas no planeta atualmente. Também, alguém poderia dizer: “é porque não tem dinheiro para todo mundo!”, mas será que é falta de dinheiro? Lembro-me do Ted Turner, criador da CNN, dizer que os trilhões de dólares gastos na guerra-fria seriam suficientes para todo ser humano viver no paraíso material, ou seja, não é porque somos muito ou porque não temos dinheiro, mas sim pelo modelo de vida que escolhemos.

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Mobile Marketing: uma prática invasiva?

Segundo pesquisas, durante o ano de 2008 foram investidos mundialmente US$ 530.2 milhões em mobile advertising. E, é esperado para 2012 valores ainda maiores, algo em torno de US$ 7,5 bilhões. É notória a expansão deste novo meio, algumas marcas mais inovadoras dão os primeiros passos e incluem o mobile marketing nos planos de mídia. Em contrapartida, é um crescimento relativamente pequeno e bastante tímido.

Roberto Saretta, diretor geral da 2Call, empresa de mobile marketing com franquias nas principais cidades brasileiras, compara o surgimento desta nova modalidade com o início da internet, onde poucos anunciantes destinavam parte ou porcentagens mínimas do budget. “Trata-se de uma novidade para o mercado e os primeiros passos já foram dados. Investimentos no início de 2010 na abertura de novas unidades e apostamos em campanhas com abrangências maiores” – complementa Saretta.

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Marcas próprias passam por processo de valorização

Há trinta anos quando os varejistas começaram a produzir as marcas próprias (MP) no Brasil, os valores inseridos nos produtos foram o inverso do que era praticado nos outros países. Os preços eram os mais baixos, a qualidade era questionável, não havia cuidados quanto à estética da embalagem, entre outros pontos negativos. Ainda hoje para muitos consumidores produtos que levam a bandeira do varejo são considerados de qualidade inferior o que revela o estigma construído no passado.  
 
Ao mesmo tempo, pesquisas como as realizadas pela GS&MD – Gouvêa de Souza (leia aqui) e a produzida pela Kantar WorldPanel apontam mudanças significativas no olhar do consumidor sobre as MPs.
 
No Brasil, a Kantar WorldPanel acompanha semanalmente o consumo de 8,2 mil domicílios, o que representa 81% da população domiciliar e 90% do potencial de consumo do País. Segundo a diretora da empresa no Brasil, Fátima Merlin, no ano passado, 32, 8 milhões de famílias brasileiras compraram pelo menos um produto de MP. “Isso é quase 70% da população brasileira em termos de domicílios”, revela.

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[Dica de leitura] A nova redação empresarial

Chega a nova edição de Redação empresarial — obra bem-sucedida no mercado, que se tornou referência para estudantes e profissionais que queiram redigir documentos oficiais e administrativos das mais diversas áreas de modo coerente e direto

 


Com linguagem acessível e didática bem estruturada, Miriam Gold apresenta uma metodologia simples e funcional para escrever textos claros, objetivos e concisos — adequados às necessidades do mundo corporativo atual.

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