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Alguém sabe o que é qualidade?

 O que é qualidade? Por mais que essa pergunta possa parecer simples, a resposta não é tão fácil. Um produto ou serviço rotulado como de boa qualidade hoje, amanhã poderá não atender às expectativas do consumidor. Qualidade para o prestador de serviços ou fabricante significa buscar o melhor. Para o consumidor é superar expectativas, portanto ele deve ser sempre o foco da atração de qualquer empresa. A busca é incessante.
 
Há 40 anos, a qualidade era definida como algo adequado ao uso e hoje o conceito caiu por terra, já que outros significados foram incorporados com o passar dos anos. O setor automotivo é reflexo da evolução, sempre acompanhada pelo consumidor.

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Pesquisa revelou que o comportamento socioambiental das empresas correspondem a 9% de importância na decisão de compra dos consumidores

 Os resultados da Pesquisa Monitor de Responsabilidade Social Corporativa 2010, da Market Analysis aponta que o preço continua sendo, de longe, o fator mais valorizado (35%) pelo consumidor brasileiro no momento de escolher o produto, seguido por características funcionais (19%) e confiança na marca (16%).
 
O primeiro grau de relevância atribuído ao preço não chega a ser nenhuma novidade. Afinal, em todo o mundo, os consumidores médios valorizam mais esse fator. Também não chega a surpreender que os atributos funcionais e a força da marca estejam entre os pontos mais valorizados.

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Como ganhar e não comprar Market Share?

 Hoje, lidamos com consumidores extremamente exigentes, que procuram produtos ou serviços cada vez mais personalizados e exclusivos. Este público está disposto a pagar mais caro para ter um produto autêntico que transmita os valores que defende. Conseqüentemente, conquistar e manter este consumidor torna-se um grande desafio para as áreas de marketing.
 
O dilema é como se adaptar ao novo perfil do consumidor e ganhar participação de mercado com baixo custo.Sabemos que existe uma série de ferramentas para que uma empresa conquiste ou amplie a sua presença no mercado. Alguns exemplos são aprimorar a proposta de valor e marketing mix.

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Cobrança: a iniciativa pode (e deve) partir de você

Explosão na concessão de crédito: eis um assunto que inevitavelmente você deve ter lido em qualquer veículo econômico – inclusive, repercutido pontualmente na edição anterior da revista Consumidor Moderno. Apesar de o crédito muitas vezes ser sinônimo de acesso a bens, ele também pode tomar outro significado: inadimplência.
 
No Brasil, temos observado nos últimos anos a ascensão irreversível do poder aquisitivo da baixa renda. Esses consumidores, que colaboraram diretamente para que o Brasil não tivesse sua demanda de consumo freada na crise econômica, são o novo público do crédito. Por tratar-se de um novo perfil pouco habituado a lidar com prestações, muitas vezes, esse acesso facilitado pelo crédito torna-se sinônimo de descontrole de gastos.

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As Organizações do Conhecimento. O Futuro das Organizações

Cada vez mais, o conhecimento (e a inovação), juntamente com a marca e a cultura corporativa (valores, princípios, modelo de gestão, etc) serão os principais ativos realmente próprios e, de certa maneira, inimitáveis de uma empresa. Isso porque, em grande parte, são os responsáveis por gerar, potencializar ou proteger valor, resultados, competitividade e reputação.

O gerenciamento do conhecimento corporativo parte da premissa que todo conhecimento existente na empresa, na cabeça das pessoas, nas veias dos processos e no coração dos departamentos, pertence à empresa. Para que isso seja verdade factível, deve ter portabilidade; ou seja: para ser da empresa, deve transformar-se em pacote, rotina, modelo, saindo da cabeça das pessoas e tornando-se utilizável e reutilizável por outras pessoas. Este conhecimento é uma espiral evolutiva. Não é finito, imutável, nem pré-determinado. A cada interação, colaboração entre diferentes cérebros, evolui. Uma learning organization, de fato, parte da premissa que todo conhecimento deve estar disponível na empresa, pois esta aprende com sua evolução.

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