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O valor da marca no canal de distribuição

 A gestão de parceiros de canal busca aprimorar os processos de negócio por meio, essencialmente, da melhoria da comunicação entre um fabricante e as empresas independes que compõem o canal de distribuição. De alguma forma, os conceitos que norteiam a gestão de parceiros de canal - também chamada de Partner Relationship Management (PRM) - se assemelham aos da gestão do relacionamento com o cliente, conhecido Customer Relationship Management (CRM). Contudo, esta é uma denominação específica aplicada às relações entre empresas, ou B2B.
 
Atualmente, grandes empresas estão fazendo um esforço no sentido de compartilhar informações relevantes com os seus parceiros através do canal. Pois, as empresas que compõem o ecossistema de canais são elementos primordiais para a implantação de uma estratégia comercial bem sucedida.  A questão chave, que o PRM busca equacionar é como garantir a exclusividade e fidelidade a uma marca.

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A recuperação de crédito no país

 Estudo da SysOpen mostra que fatores como profissionais qualificados e tecnologia aliada a planejamento podem gerar até 92% de sucesso nas ações de cobrança. Empresas precisam aperfeiçoar processos de mensuração.
 
Para entender como foi a evolução do mercado de crédito e cobrança ao longo dos últimos 10 anos e quais foram os fatores decisivos para a expansão do segmento, que conta atualmente com 1.800 empresas e fatura R$ 8,64 bilhões anuais (dados da Aserc – Associação Nacional das Empresas de Recuperação de Crédito), a SysOpen, empresa de tecnologia especializada em sistemas para recuperação de crédito, divulga análise setorial, baseada em seus 15 anos de experiência. O objetivo foi observar as melhorias realizadas, carências e tendências do mercado brasileiro.

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A Copa no nosso planejamento

 Se sua empresa pode se aproveitar da realização da Copa do Mundo de 2014 no Brasil, como está o planejamento dela para isso? Se ainda não o tem, o melhor é começar a produzi-lo agora; e se o tem, é bom coloca-lo em prática já. Assim que terminar o Mundial da África do Sul, em 11 de julho, no dia seguinte este megaevento esportivo terá todas as atenções voltadas ao nosso País. E o ideal é estar pelo menos pronto para tomar algumas decisões importantes em seus negócios a partir de propostas pré-definidas.
 
Planejar não é uma atividade simplória. Ele requer tempo e experiência para, assim, elaborar um plano de estratégias de longo prazo, eficiente e ao mesmo tempo flexível às intempéries externas e internas. Por esses casos, faz-se até necessária a contratação de empresas especializadas para tirar melhor proveito das propostas a serem conduzidas.

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Empresas podem enfrentar “apagão” intelectual

Segundo levantamentos do Ministério de Trabalho e Emprego, a força de trabalho brasileira tem um índice de qualificação de apenas 16%, contra 30% em países como Chile, Argentina e México. No entanto, segundo José Augusto Minarelli, Presidente da Lens & Minarelli, empresa especializada no segmento de Outplacement de executivos e aconselhamento de carreira, o que pode estar mais perto de acontecer é um “apagão” intelectual nas empresas, em função da “juniorização” das equipes de trabalho.

“Um estudo da FIPE sobre desemprego no Brasil desde os anos 90 vai mostrar que cresce de modo estrutural o desemprego de profissionais entre 49 e 70 anos, o que é uma clara indicação de que as empresas, de modo geral, promovem a substituição de profissionais mais experientes por outros menos experientes visando, essencialmente, redução de custos com folha de pagamento.

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Entre a empresa e o cliente, o rádio - Heródoto Barbeiro

AO FUNDO, é possível ouvir a música-tema do filme “Batman”. Longe dali, em uma das lojas da rede Carrefour, um cliente percebe uma diferença entre o valor da etiqueta e o daquele cobrado na boca do caixa. Acionado, o gerente troca as etiquetas da estante por outras com o preço mais caro. O consumidor fotografa o momento e envia para a batcaverna, quer dizer, um dos estúdios da rádio CBN, onde a história chega às mãos de HERÓDOTO BARBEIRO.

É lá que o jornalista narra a saga do cliente para milhares de ouvintes. Formado em direito e história, Heródoto trabalhou durante anos como professor ensinando futuros jornalistas na Universidade de São Paulo. Aos 40 anos, migrou novamente para o fundo da sala e reaprendeu a ser aluno.

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