marcelo
Nov 17
|09:00
Outros dados que revelam o otimismo do brasileiro são as perspectivas para os próximos 12 meses em relação ao emprego, finanças pessoais e compras de produtos necessários ou desejados.
Em relação ao trabalho, por exemplo, a perspectiva saltou de 33% no primeiro trimestre de 2009 para 46% (nos três meses anteriores à crise, a perspectiva era de 61%). Na análise de consumo por nível sócio-econômico, as classes D e E, que representam 36% dos consumidores, ficou ainda mais evidente com o crescimento em todos os aspectos avaliados (frequência no ponto de venda, tíquete médio e gasto total).
Houve queda no tíquete médio dos consumidores de nível sócio-econômico C, mas aumento na freqüência no ponto de venda.
Isso mostra que o conceito de ‘compra do mês’ está cada vez mais distante das classes mais baixas e a visita desses brasileiros ao ponto de venda está cada vez mais ‘objetiva’.
Fonte: GS&MD
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