Só para se ter idéia do tamanho desse mercado, o investimento em publicidade cresceu 12,5% no 1º trimestre do ano, segundo o relatório da Global AdView Pulse - da Nielsen. As Olimpíadas de Inverno e Copa do Mundo são apontadas como responsáveis pelo montante que soma, ao todo, US$ 11 bilhões. Nos Estados Unidos o aumento foi de 4% em comparação ao mesmo período do ano anterior, já a América Latina registrou o maior índice: 48%. A TV recebeu a maior parcela dos investimentos e marcou crescimento de 16% no ano. Enquanto rádio e jornal se recuperaram e cresceram, respectivamente, 10% e 9%.
Os números são astronômicos, no entanto, os resultados nas vendas nem sempre superam os investimentos ou expectativas. O mercado brasileiro é considerado o maior mercado da América Latina e o único país do grupo dos países em desenvolvimento a se posicionar entre os dez primeiros do ranking mundial.
Nos EUA já é tendência as empresas moldarem os produtos de acordo com o comportamento e a psicologia do consumidor. No Brasil, ainda que tímidas, algumas empresas já apostam em um sistema de pesquisa qualitativa diferenciado para conhecer melhor o que seu consumidor deseja.
Antes, a segmentação tradicional bastava para lançar um produto; hoje, sexo, idade, classe social e área de atuação não dizem nada sobre o consumidor. Para conhecer bem o seu target é necessário fazer uma segmentação com um grande número de variáveis, principalmente focadas no comportamento, que incluem variáveis de atitude, de lealdade, benefício, por situação de uso, intenção de compra, pelo nível de utilização entre outras. Já a segmentação psicográfica é baseada em como as pessoas conduzem suas vidas incluindo suas atividades, seus interesses e suas opiniões.
Segundo a publicitária, o trabalho desenvolvido pela CO.R para o reposicionamento da marca no mercado leva em conta os “desejos, sonhos e necessidades do consumidor que é observado com um olhar mais apurado e livre de quaisquer paradigmas, características fundamentais para captar as novas tendências do mercado. O consumidor, que geralmente é visto apenas como um comprador em potencial, é visto de maneira mais humana”, afirma a Rita Almeida.
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