Renan
Jul 13
|16:25
O autor Adam Penenberg explica como isso funciona com estudos de casos de produtos que foram projetados para se difundir. Todos os tipos de empresas, dos menores start-ups e organizações sem fins lucrativos, às maiores corporações multinacionais podem usar o poder revolucionário dos viral loops para alavancar seus negócios por meio da tecnologia.“
O modelo de adoção viral é o modo mais barato de fazer uma audiência crescer. Quanto maior uma rede viral se torna, mais rápido ela germina. Depois que esse crescimento fantasmagórico entra em funcionamento, é possível prever sua taxa com espantosa exatidão, pois a rede se difunde a uma velocidade uniforme até chegar à não superação. Nesse ponto, ela continua a ganhar usuários mesmo sem fazer nada. Muitas das mais bem-sucedidas empresas da Web 2.0, incluindo MySpace, YouTube, eBay e as estrelas em ascensão como Twitter e Flickr, são excelentes exemplos de viral loop”, informa o autor.
Há três categorias de loops de expansão viral: viral loop, rede viral e viral loop duplo, sendo este último um híbrido dos dois primeiros. Criar um viral loop simples é relativamente fácil. Em 1996, o Hotmail colocou um link no corpo de cada mensagem, oferecendo ao destinatário a capacidade de configurar uma conta própria de Webmail; no período de 30 meses, o Hotmail passou de 0 a 30 milhões de membros.
O You Tube implantou um mecanismo viral que permitia que as pessoas incorporassem links de vídeos em seus blogs ou páginas do MySpace. Quanto mais pessoas o vissem, mais links eram incorporados e, rapidamente, milhões de usuários eram canalizados diretamente para o You Tube. O livro conta a história de empresas de orientação viral, como Tupperware, Hotmail e o navegador Mosaic, que transformou a internet de parque infantil para geeks em fenômeno de mercado de massa.
O autor analisa o Ning, que explora um viral loop duplo e desconstrói o marketing viral, a fim de alcançar o conceito de “organização coletiva” - quando o público decide o que é bom e passa essa informação para os outros. Viral Loop examina as forças econômicas subjacentes que levam à banda larga onipresente - o que intensificou o ritmo e o alcance da viralidade - e mostra o que acontece a uma empresa que se torna excessivamente viral e perde sua capacidade de acompanhar o ritmo da demanda exponencial. O livro analisa o empilhamento que ocorre quando um negócio viral se sobrepõe a outro e as redes sociais, que estão redefinindo a maneira como os seres humanos se conectam.
A obra mostra a busca por uma unidade de medida das campanhas publicitárias – o coração de qualquer esquema de fazer dinheiro nesse novo mundo de interconectividade e interoperabilidade com base na Web. Ao longo dos últimos 15 anos, alguns dos negócios mais bem-sucedidos no mundo começaram do zero e cavalgaram em um viral loop. Nunca antes houve tamanho potencial de criar riqueza tão rapidamente, investindo inicialmente tão pouco.
Viral Loop
Editora Campus-Elsevier
Categoria: Profissional Negócios – Administração/Gestão
Formato: 16x23 cm - Páginas: 256
Preço: R$ 66,00
Sobre o autor: Adam Penenberg é professor de jornalismo e diretor-assistente do programa de Negócios e Economia da New York University. Ele escreve para publicações como Fast Company, The New York Times, Wired e The Economist. Penenberg é também ex-editor da revista Forbes.
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