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Descubra quais são as marcas mais democráticas do Brasil

Escrito por | 7 de julho de 2016 | 3 anos atrás
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O estudo Marcas Mais Democráticas, produzido pela A Ponte Estratégia, apresenta uma lista de empresas capazes de atender aos mais variados clientes

Por Melissa Lulio

É fato que, nos últimos meses, o Brasil tem se mostrado um país de intolerantes. O papo e os conflitos entre “coxinhas” e “mortadelas” são a prova disso. Durante o período próximo a aprovação do processo de impeachment da então presidente Dilma Rousseff, era quase proibido andar de vermelho pela rua. Ao mesmo tempo, era arriscado andar de verde e amarelo em dias em que havia, na Avenida Paulista, manifestações contrárias ao governo interino.


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Essa, no entanto, é uma postura que não está alinhada ao que é o Brasil. Somos o país da variedade, da miscigenação, da mistura e da multiplicidade – e o último Censo Demográfico divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) não me deixa mentir. Ele apontou que, no País, a população se classifica entre cinco diferentes cores ou raças: branca, preta, parda, amarela ou indígena.

Nesse amplo universo, obviamente, existem desigualdades – e preconceitos. A desigualdade fica explícita quando olhamos para os dados de analfabetismo – obviamente, apenas 5,9% da população branca está inserida nesse grupo. A mesma cena quando verificamos a formação educacional dos mesmos grupos.

Somos compradores

A ampliação da distribuição de renda, as ações sociais e o acesso ao crédito são fatores que fizeram com que o número de consumidores aumentasse. E isso fez com que as empresas fossem obrigadas a olhar para um novo tipo de consumidor.

Como conta André Torretta, presidente da consultoria A Ponte Estratégia, “há dez, quinze anos, as marcas começaram a ficar globalizadas e a encontrar pessoas de baixa renda”. Assim, precisaram lidar com novas marcas e novas estratégias – não por acaso, a Nike chegou ás favelas.

O estudo

Para compreender quais marcas se adequaram bem ao novo cenário, foi criado com exclusividade para a Consumidor Moderno, pela A Ponte Estratégia, o estudo Marcas Mais Democráticas. “No Brasil, essa característica é fundamental, porque o consumidor vai de A à Z, é índio, preto, branco”, defende Torretta.

Metodologia: como surgiram os resultados?

Para chegar aos resultados, a pesquisa passou primeiro por uma etapa qualitativa. Assim, investigou se a tese desenvolvida era percebida pela população. Conclui-se que sim. Em seguida, a consultoria fez uma exploração com oito grupos qualitativos – quatro de classes A e B, quatro de classes C e D –, de 25 a 45 anos, entre os dias 23 e 24 de fevereiro de 2016. A ideia era compreender o que é uma marca democrática.

Com isso, chegou a alguns critérios – selecionados pelos consumidores – considerados fundamentais: o produto tem a ver comigo; acessibilidade; ações sociais; preço e qualidade; coerência; praticidade; ações promocionais; boa logística; boa comunicação; comunicação em todo lugar.

Na segunda fase do estudo, foram entrevistadas 1.200 pessoas, entre os dias 16 e 25 de abril. Elas responderam a sete questões fechadas, baseadas nos critérios elencados anteriormente, e indicaram (de forma espontânea) qual marca consideram democrática.

Confira a lista.

 

Marcas mais democráticas

– Avon

– Bombril

– C&A

– Casas Bahia

– Cerveja Antárctica

– Coca-Cola

– Fiat

– Havaianas

– Hering

– McDonald’s

– Natura

– Nestlé

– Nike

– O Boticário

– Omo

– P&G

– Renner

– Riachuelo

– Samsung

– Skol

 

Serviço

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